"O garoto índio que foi enterrado vivo. Amalé quase foi morto em nome dos costumes indígenas. E a Funai faz vista grossa ao infanticídio de algumas tribos"
Revista Istoé, 20/02/08
A revista Istoé publicou a comovente história de Amalé Kamayurá - um menino alegre e inteligente, de 4 anos, nascido no Parque Xingu, e enterrado vivo pela mãe biológica, uma jovem solteira. Salvo pela coragem da índia Kamiru, que o desenterrou e adotou como seu próprio filho, Amalé hoje vive em Brasília para tratamento médico e recebe apoio assitencial da Atini. Leia reportagem da Istoé.
